Veja 4 lições que o Corinthians deve tirar da classificação contra o Santos

O Corinthians está na final do Paulistão, mas a partida que fez contra o Santos, no Pacaembu, não justifica a campanha de finalista do Timão. Um time recuado, que pouco quis jogar e nem a bola fez questão de ter.

Matheus Camargo
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/Twitter

Veja 4 lições que o Corinthians deve tirar da classificação contra o Santos

Recuo excessivo não faz bem a ninguém
Pela reclamação de Carille no intervalo da partida, o recuo do Corinthians foi instintivo, sem ordem do treinador, e isso precisa mudar. O Corinthians está preparado para enfrentar qualquer tipo de equipe, e isso já foi comprovado em várias ocasiões do ano, mas não pode “desligar” em jogos decisivos e dar tanto campo e um time como o Santos, que utiliza os espaços para trocar passes excessivamente.

Pedrinho pode ter mais minutos
Carille “sacrificou” Pedrinho no intervalo e voltou a falar que o jogador “não entrega presença de área”, o que é bem verdade. Porém, o melhor jogo do garoto no ano não foi aberto pelo lado direito mas sim pelo meio, em função que tem sido executada por Sornoza, justamente na virada sobre o Avenida, pela Copa do Brasil. Quem sabe em uma função diferente o jogador não chegue mais à área?

O primeiro tempo de Pedrinho não foi o pior em relação aos companheiros de ataque. Clayson foi pior enquanto ambos estiveram juntos em campo.

Love pode voltar a jogar centralizado
É bem verdade que Gustavo tem sido um dos principais jogadores do Corinthians em 2019, mas jogos como foram os dois contra o Santos se mostraram não ser para a característica dele.

Vagner Love entrou no intervalo na vaga de Pedrinho e trocou funções com o camisa 19, muitas vezes com o atual titular jogando aberto pelo lado. Com o camisa 9 na posição central, o Corinthians ganhou mais velocidade e profundidade, o oposto do que Gustavo entrega.

Uma defesa que não obrigue Cássio a salvar tantas vezes
E foram várias, várias vezes em que Cássio salvou a equipe na partida do Pacaembu. Os zagueiros não foram mal, Manoel teve atuação destacada, por exemplo, mas a proteção a eles falhou. O Santos teve uma série de chances para finalizar no setor da intermediária e obrigou o goleiro a praticar uma série de defesas.

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